Hoje acordei com uma nuvem cinza pairando sobre a minha cabeça. Vontade de tirar férias, férias de mim, férias dos problemas.Escolher uma pousada e ir...ir...ir...mato, natureza, canto de pássaros. Escolha. A vida que tenho é minha escolha. Uma escolha que devo sustentar.Que devo tentar. Dias bons, dias ruins, coloridos ou negros. Hoje meu dia está cinza, quase negro... Sem respostas se cala meu coarção. No calar, sinto. No sentir sou nada com nada. Esse nada com nada que diz tudo. Esse nada com nada que faz nadar em questionamentos. Momentos. A vida não se resume em momentos. Viver é plantar, construir, agir, mudar, amadurecer, colher frutos. Viver é amar. Amar as pessoas, a profissão, as escolhas, os sentimentos...
Ahhhhh...hoje acordei com essa nuvem cinza e tô cansada de falar nada com nada.
tchau!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Uma poesia de Cecilia Meireles!
Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.
Cecilia Meireles
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.
Cecilia Meireles
Ser teu pão, tua comida..

Meu lindo, 3 meses ao seu lado. Ao lado de uma pessoa que me faz imensamente feliz, me trata com carinho, paciência, dedicação e respeito. Muita paixão! Os momentos com você são magicos, e o meu desejo seria de eternizá-los. Meu namorado, meu amante, meu amigo. Todos os dias gosto mais de você. Gosto do que somos juntos, da nossa troca, da nossa cumplicidade, das nossas loucuras. Quem diria que seria assim? Esse destino imprevisivelmente escrito em linhas tortas te colocou em minha vida para compartilharmos a nossa existência. Tudo conspira a favor...
Algumas vezes falei da minha admiração por você. Em breves palavras direi novamente. Meu lindo, o primeiro sentimento que me vem ao te descrever é admiração. Te admiro pela capacidade de ser forte e determinado em suas decisões, admiro por ser não apenas prestativo e atencioso enquanto namorado, mas como filho, pai r irmão. Você está sempre disposto a agradar e fazer o bem a quem faz parte da sua vida. Sem contar na sua garra de trabalhar, estudar e vencer os obstáculos que surgem diariamente.
Desengonçado, doidinho, que me permite ser o que sou com minhas roupas, meu jeito, minha essência. Com você sou literalmente a Rê longe dos "papéis sociais". A Rê cheia de vida, planos, desejos(ocultos, explicitos e vividos), loucuras, ciumes( o que não é saudavel, mas controlavel..rs).
Ás vezes não tenho palavras que descrevam o sentimento em mim que emana em sua presença. Sem palavras, no silêncio, retomo às sensações que me levam a crer na beleza do existir e compartilhar o amor que carrego no peito. Eu quero " ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida", ser sua linda, sua amante sempre, companheira.
Vamos juntos, de mãos dadas pelos caminhos que escolheremos. a vida é curta, mas o sentimento é grande...
Agradeçamos a Deus por ter nos apresentado e pelos três meses juntos.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Final de curso dói...
Dói o bolso.
O valor de X, passa para 2X;
Dói...
dói ficar dentro da sala...
dói ouvir o que já não interessa muito;
Mas também dói saber que em pouco tempo a sua sala não existirá;
dói pensar que é o finalzinho do doce;
Dói pensar que as conversas de corredor vão deixar saudades;
Dói pensar que a realidade do mercado nos espera;
Ser promovido de estagiário a desempregado (talvez) dói...
Dói deixar de ser acadêmico;
Dói porque é hora de cair na vida
e fazer dela um palco;
Final de curso dói...
Monografia dói;
Não ver os amigos todos os dias, ah como dói!
Não ter "um aulão" com aquele professor, dói...
Como também um curso no quarto ano dói...
Quarto ano: dói o cansaço, dói a nostalgia;
Dói a falta que ainda não é falta...
dos butecos, das festas, trabalhos, provas, congressos..
35 horas dentro de um ônibus, histórias
eternas, amigos eternos..
Final de curso dói...
É, o fato é que mudar dói muito..
Doer, formar, doer, crescer, cair no palco,
continuar a sua história, ser profissional...
Que doa, desde que que vivamos e sobrevivamos...
O valor de X, passa para 2X;
Dói...
dói ficar dentro da sala...
dói ouvir o que já não interessa muito;
Mas também dói saber que em pouco tempo a sua sala não existirá;
dói pensar que é o finalzinho do doce;
Dói pensar que as conversas de corredor vão deixar saudades;
Dói pensar que a realidade do mercado nos espera;
Ser promovido de estagiário a desempregado (talvez) dói...
Dói deixar de ser acadêmico;
Dói porque é hora de cair na vida
e fazer dela um palco;
Final de curso dói...
Monografia dói;
Não ver os amigos todos os dias, ah como dói!
Não ter "um aulão" com aquele professor, dói...
Como também um curso no quarto ano dói...
Quarto ano: dói o cansaço, dói a nostalgia;
Dói a falta que ainda não é falta...
dos butecos, das festas, trabalhos, provas, congressos..
35 horas dentro de um ônibus, histórias
eternas, amigos eternos..
Final de curso dói...
É, o fato é que mudar dói muito..
Doer, formar, doer, crescer, cair no palco,
continuar a sua história, ser profissional...
Que doa, desde que que vivamos e sobrevivamos...
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